segunda-feira, 23 de abril de 2018

Jihad Automóvel em Toronto confirmada - 9 mortos até agora


Segundo as leis da Física do Jornalismo, quanto mais tempo decorre entre um massacre e a divulgação do nome do seu autor, maior é a probabilidade de este ser um maometano. Há horas que as televisões "sérias e credíveis" estão a mastigar e a mastigar as patranhas do costume ("Não há certezas de que se trate de uma ataque terrorista", etc.). Estão a anestesiar as pessoas, como sempre.
O xeque-mate Munir (Campeão Ibérico de Cotovelada Free-Style!) já está a fazer exercícios de aquecimento para correr as televisões a explicar que quem sai prejudicado é, mais uma vez, o Islão. O Professor Martelo já deve estar a preparar um discurso assumindo a nossa culpa colectiva. Ná... já ninguém liga. Destino de infiel é ser morto pelo colono maometano.
Segundo as leis da Física do Jornalismo,para sabermos a VERDADE, temos que visitar sites de Resistência à Jihad Islâmica, que colhem elementos nas estações de notícias locais e nas testemunhas oculares. E cá está:
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Muitos feridos, incluindo 9 mortos, após vários pedestres terem sido atingidos por uma carrinha branca que subiu o passeio. Testemunhas oculares relatam que o motorista era um homem do Médio Oriente.
NDT - Seria um cristão libanês chateado porque as pessoas andam a ir pouco à missa? Seria um judeu iemenita  furioso com o preço dos bagels? Ou seria um maometano a obedecer às ordens do Islão para matar infiéis? Mistério...

Lembra-se do jihadista do camião em Manhattan? E do de London Bridge? E do de Nice? E do de... a lista é interminável. O Islão manda matar os infiéis, mas ai de nós, infiéis, que objectemos a  deixar-nos invadir e matar!


Sayfullo Saypov: "Mata-os onde quer que os encontres" (Alcorão 2: 191, 4:89, 9: 5)  


Surpresa! O terrorista de Manhattan é muçulmano!

Jihad automóvel - Mais um banho de sangue em Nova Iorque


Global News - A Polícia de Toronto disse que o incidente aconteceu por volta das 13 horas, esta segunda-feira na área da Yonge Street e da Finch Avenue.
"Relatos indicam que uma carrinha branca subiu o passeio (...) e atingiu oito a dez pessoas, possivelmente, os números ainda não foram confirmados", disse o porta-voz da Polícia de Toronto, Gary Long.


A Polícia disse que entre oito e dez pessoas ficaram feridas. A extensão das lesões é desconhecida.
Policías prenderam o motorista da  carrinha, mas ainda não estabeleceram um motivo para o ataque. (Oh, por favor!!!) Uma testemunha ocular alegou que o motorista parecia "no controle" do veículo ao atingir os pedestres. 
Uma testemunha disse à CNN que o motorista parecia estar a acertar deliberadamente nas pessoas: “Essa pessoa estava intencionalmente a atropelar, estava a matar toda a gente. Ele continuou e continuou. As pessoas estavam a ser atingidas, uma após a outra ”. Outra testemunha disse que viu pessoas “espalhadas por toda a estrada” depois de a carrinha de aluguer da Ryder subir o passeio.
NDT - Se a pessoa que alugou a carrinha tivesse alertado a Polícia, provavelmente estaria presa por "racismo".
Um porta-voz da Polícia de Toronto disse: “Neste momento é muito cedo para dizer o que se houve algum motivo. Nós também somos incapazes agora de dizer a extensão ou o número de pessoas feridas”. Imagens mostram dezenas de pedestres reunindo vítimas que foram atingidas pelo veículo.
NDT - Raciocine connosco: se há que banir as armas, porque servem para matar, devemos banir os veículos automóveis pelo mesmo motivo, não é? Tudo menos não deixar entrar maometanos, que isso seria "racismo"!



O ISIS emitiu este apelo:

    "Então, oh muwahhid, não deixeis de entrar nesta batalha onde quer que estejais. Deveis atacar os soldados, os líderes e as tropas do tawaghit. Golpeai as suas polícias,  o seu pessoal de segurança e de serviços de informações, bem como os seus agentes traiçoeiros. Destrui-lhes as vidas.  Fazei-lhes a vida amarga. Se puderdes matar um americano ou europeu infiéis - especialmente o francês rancoroso e imundo - ou o australiano, ou o canadiano, ou qualquer outro infiel dos infiéis que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que tenham entrado numa coligação contra o Estado Islâmico, então, confiai em Alá e matai-o de qualquer forma... Se não conseguirdes encontrar uma pistola ou explosivos, não deixeis de atacar o americano infiel, ou o francês ou qualquer um dos seus aliados. Esmagai-lhes as cabeças com uma rocha, ou matai-os com uma faca, ou executai-os com o vosso carro, ou atirai-os de um lugar alto, ou estrangulai-os ou envenenai-os."
Londres, Berlim, Nice, Nova Iorque, Jerusalém, a jihad automóvel é hoje o dia-a-dia. Constroem-se barreiras de cimento para proteger os transeuntes dos ataque islâmicos. Mas é PROIBIDO mencionar o INIMIGO.

Esta é a Suécia que eles queriam. Agora têm-na.

Jihad automóvel em Israel volta a matar

Olha! Mais Jihad Automóvel na Bélgica!

Olha! Mais Jihad Automóvel em Itália!

 Olha! Jihad Automóvel em todo o Mundo!


As pessoas que foram submetidas a lavagens cerebrais mediáticas alegam que os cristãos, os judeus, os hindus, os budistas, os ateus, também cometem crimes.
É difícil argumentar com tamanha estupidez. Ninguém pode prever quando é que um indivíduo de qualquer religião a não ser o Islão vai cometer cometer um crime. Já com os maometanos, é fácil prever: basta que eles se disponham a cumprir o que o Islão ordena: mentir, roubar, espancar, torturar, estuprar, escravizar, mutilar, matar e comer os infiéis! (Sim, o Islão aprova e pratica o canibalismo).


O Islão é uma associação criminosa, à luz das leis dos países livres. É ilegal, é inconstitucional, como o Nazismo, os gangues como a Mafia, a Yakuza, o MS-13 ou a seita religiosa da Verdade Suprema. Só que a Verdade Suprema não domina 57 países e 1 bilião e 800 milhões de seres humanos, nem produz petróleo...


Professora muçulmana aplaude morte de Barbara Bush e apela ao terrorismo


POST-SCRIPTUM: No BARE NAKED ISLAM, colhemos este "maravilhoso" vídeo, que fala por si mesmo - a professora universitária muçulmana lamenta que os esquerdistas já não façam ataques terroristas como antigamente, e fala apaixonadamente dos terroristas "palestinos", que mantêm acesa a chama.
O jovem que abre a conferência desde logo seria enforcado, na maior parte dos países islâmicos e comunistas, por  causa da sua orientação sexual ostensivamente homossexual (e contra a qual nós, os conservadores, os "maus", nada temos contra):



Muitas vezes temos aqui demonstrado que os meninos-bem universitários de hoje apoiam o terrorismo islâmico como os meninos-bem universitários de ontem apoiavam o terrorismo comunista.

Por exemplo:

"A esquerda radical perante a jihad"

Brasil: Pallywood na Rocinha

 

BREITBART - “Estou cansada de a esquerda ser burra e de "termos que ser gentis. Não, não seja gentil", disse Jarrar. “Estou cansada de ser simpática. Estou cansada de ver os meus amigos brancos de esquerda a escreverem cartazes”, ela terminou. “Fo***-se os vossos cartazes. Chega. Porra, saiam e façam alguma merda".
“Os gajos que atiraram o aviões contra as torres gémeas foram incríveis. A única razão pela qual ele são importantes é porque as torres gémeas já lã não não estão ”, acrescentou Jarrar.
Entre os muitos comentários infames que fez contra a ex-primeira-dama por causa da notícia da sua morte, estavam: “Barbara Bush era uma racista generosa, inteligente e surpreendente que, junto com o seu marido, criou um criminoso de guerra. Fo***-se e desapareçam daqui com as vossas belas palavras". 

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Que o meio universitário está largamente no espectro da LOUCURA, já sabíamos, (até porque já lá andámos, e tivemos de esconder as nossas simpatias políticas, ou nunca teríamos tido chance alguma de sucesso):

“OH! VEJAM! UMA GALINHA!” - o curso universitário


Mas ainda conseguimos ficar surpreendidos com a impunidade de que gozam os alunos e os professores universitários extrema-esquerdistas e muçulmanos...

Via PAMELA GELLER:


Estado de Fresno realiza conferência de Imprensa sobre professora muçulmana odiosa que aplaudiu a morte de Barbara Bush  
Depois de chamar a Barbara Bush “incrível racista” e de se recusar a recuar na sua afirmação, uma professora racista muçulmana zomba dos críticos: “Eu nunca serei demitida”. 
Observe o lenço de guerra jihadista - um sinal de anti-semitismo genocida, tal como a suástica nazi. 
Esta selvagem está a ensinar os nossos filhos, mas as vozes de liberdade são proibidas de falar nas universidades. 
Décadas depois de a esquerda ter começado a sua longa marcha pelas instituições (academia, media, think tanks, entretenimento, etc.) - subvertendo a sociedade através da infiltração em instituições como as académicas e em outras profissões - eles finalmente conseguiram. A sociedade está a cair rapidamente. 
O filósofo político americano nascido na Alemanha e proeminente membro da Escola de análise social crítica de Frankfurt, Herbert Marcuse, cujas teorias marxista e freudiana da sociedade ocidental do século XX foram influentes nos movimentos estudantis esquerdistas dos anos 1960, escreveu em 1972, no seu livro, Contra-revolução e Revolta: 

Para ampliar a base do movimento estudantil, Rudi Dutschke propôs a estratégia da longa marcha pelas instituições: trabalhar contra as instituições estabelecidas enquanto trabalhamos dentro delas, não simplesmente "sabotando a partir de dentro", mas "fazendo o trabalho". aprendendo (como programar computadores, como ensinar em todos os níveis de ensino, como usar os meios de comunicação de massas, como organizar a produção, como reconhecer e evitar a obsolescência planeada, como projectar, etc), e ao mesmo tempo preservando a própria consciência e trabalhando com os outros pela mesma causa. 
A longa marcha inclui o esforço conjunto para construir instituições contrárias. Essa é a base para a construção de uma frente unificada, mutável e às vezes suja - - mas actuante ... 

Cerca de cinquenta anos depois, eles poderiam imaginar que atingiriam os seus objectivos com um sucesso tão impressionante?
A eleição de Donald J. Trump foi ou a ronda de abertura, no que será uma luta decisiva pela nossa liberdade, ou o último suspiro de uma América livre.


Randa Jarrar celebra morte de Barbara Bush, deseja a morte dos Bush e das pessoas brancas, provoca e estica o indicador a quem se indigna. Imagine se um professor não-muçulmano nem extrema-esquerdista fizesse o mesmo!





ESTADO DE FRESNO REALIZA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA PARA ENFRENTAR A PROFESSORA MUÇULMANA ODIOSA QUE APLAUDIU A MORTE DE BARBARA BUSH 
Christia Laila, Gateway
COMO REPORTADO ANTERIORMENTE, A PROFESSOR ASSOCIADA DO ESTADO DE FRESNO, RANDA JARRAR, CELEBROU A MORTE DA EX-PRIMEIRA DAMA BARBARA BUSH, NA TERÇA-FEIRA, NA SUA CONTA DE TWITTER. 
Na passada terça-feira, um porta-voz da família confirmou a morte da ex-Primeira-dama, Barbara Bush, aos 92 anos. 
A odiosa professora  do Estado de Fresno aplaudiu a morte da Sra. Bush, depois duplicou a dose e desejou que o "resto da família Bush morresse".


É este tipo de canalhas esquerdistas que estão a ensinar a juventude hoje.


Outros vis tweets de Randa Jarrar vieram à tona na quarta-feira.
Num tweet de Janeiro de 2018, divulgado pelo The Daily Wire, Jarrar escreveu: 
"Eu mal posso esperar que a velha guarda de escritores e críticos brancos morram. Estão fod****. O tempo deles também está a acabar":

Na quarta-feira, a controvérsia em torno dos chocantes tweets de Randa Jarrar cresceu, depois de o Estado de Fresno ter sido inundado com telefonemas e e-mails de americanos furiosos, exigindo que a Universidade respondesse a perguntas sobre a professora. 
A reitora Lynette Zelezny deu uma conferência de imprensa sobre os tweets de Randa Jarrar na manhã de quarta-feira e respondeu às perguntas dos repórteres. 
"A Universidade está a levar este assunto muito a sério e o incidente está sob revisão", informou Zelezny. 
Jarrar está actualmente em licença durante o semestre de Primavera de 2018. Ela solicitou anteriormente a licença. 
Um repórter perguntou a Zelezny se o trabalho de Jarrar está em perigo."O objectivo é removê-la da universidade?", perguntou um repórter. 
A reitora deu uma resposta genérica e não confirmou exactamente se quer demitir a professora, mas afirmou que estão a decorrer procedimentos rigorosos. 
Outro repórter focou os tweets provocando as pessoas com reivindicações de que ela é titular, e portanto nunca poderá ser demitida. 
Zelezny confirmou que só porque um professor é titular não significa que não possa ser demitido. 
"Há certamente situações em que um professor titular pode ser demitido", disse Zelezny. 
Como Jarrar é titular, haverá certos procedimentos com o sindicato que protege a professora. (...)
Outro repórter perguntou a Zelezny se o comportamento odioso de Jarrar se estende à sua sala de aula. (Nós já sabemos a resposta).

- Mais tweets e vídeos desta senhora no artigo original. 

sábado, 21 de abril de 2018

Polícia religiosa feminina no Irão trata de um pequeno assunto


Que pena que temos que as nossas valentes feministas, extrema-esquerdistas, apoiantes do Hamas e do islamismo, não vão para qualquer paraíso maometano!

"Larguem-me! Há 30 anos que vocês não nos deixam viver!" - grita a jovem iraniana espancada pela polícia religiosa feminina. Porquê? Porque não tinha a cabeça correctamente coberta pelo hijab, o que, como é sabido, pode provocar a ira do deus Alá!
Via Riposte Laique.
O Islão é maravilhoso! Sobretudo para as MULHERES!

Veja como as neo-feministas se espojam literalmente no chão a reverenciar o deus Alá, a escravatura sexual, a mutilação genital feminina,os "casamentos" de bodes velhos com meninas a partir de 1 ano de idade, o espancamento, a tortura e a execução indiscriminada de mulheres, etc.:



Veja como era horrorosa a vida no Irão antes da maravilhosa chegada do islamismo dos aiatolás e da "verdadeira" libertação da Mulher:

  

Hatikva (Hino de Israel) em Heavy Metal


Mike Groisman, guitarrista de rock israelita, mudou-se para Nova Iorque para seguir a sua carreira musical. Mike tornou-se entretanto um judeu observante. Este vídeo da Aish.com é a sua homenagem ao Estado de Israel.
Visite o Mike em www.facebook.com/mikegroisman/
Este post insere-se no ciclo de comemorações dos 70 anos da Restauração da Independência de Israel.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Gleisi Hoffmann apela à jihad no Brasil para libertar Lula


É impressionante o esforço que os media tradicionais e o Foicebook estão  a  fazer para ocultar a verdade: a senadora brasileira Gleisi Hoffmann apelou ao mundo islâmico para intervir no Brasil para libertar Lula da Silva.
Está aqui, em vídeo, a prova de que ela o fez (com uma brincadeirinha do editor do vídeo, no final):

O senador Magno Malta explica que o que esta senhora fez é crime:


A extrema-esquerda continua de mãos dadas com o chamado islamismo radical, que mais não é do que o Islão puro e duro (não apenas no Brasil, lembramos que o último acto oficial do comunista e muçulmano Obama foi transferir mais uns milhões para o terrorismo anti-Israel).


A EXTREMA-ESQUERDA APOIA O TERRORISMO ISLÂMICO

 

A extrema-esquerda e o Islão têm em comum o ódio à Civilização Ocidental e judaico-cristã. A História de ambas as ideologias é de ódio e extermínio. Vale tudo, para estas duas formas de fanatismo religioso.
Israel e Jerusalém são o símbolo maior do lado espiritual da nossa Civilização, e por isso tanto a extrema-esquerda como o Islão odeiam Israel:


Vídeo: Animal raivoso em ataque anti-semita em Berlim


Atacante grita "judeu", e chicoteia israelita em ataque raivoso de Berlim
Via World Israel News
Um “requerente de asilo” "palestino" da Síria cometeu um ataque anti-semita brutal em Berlim, gritando “judeu” em árabe durante a agressão. A vítima, que afinal era um árabe israelita que usava uma kipá (NDT - aquele chapelinho dos judeus), captou o ataque em vídeo:


Em 70 anos de independência do micro-Israel, o único Estado judeu do Mundo tem produzido bênçãos para a Humanidade como as que este post documenta. Em 5 mil anos de História, Israel moldou a face da Civilização Ocidental. 
Em 1400 anos, o Islão produziu bestas selvagens como esta, genocídio e horror generalizado. 670 milhões de mortos até agora e a contar, todos os dias.
O ataque desta besta selvagem demonstra eloquentemente que a vida dos judeus na Europa acabou. Os líderes europeus e ocidentais mataram 8 milhões de judeus no Holocausto, alguns milhões mais nos pogroms comunistas, e substituíram os poucos que escaparam à matança por uns bons 50 milhões de bestas selvagens como esta (ver ESTATÍSTICAS MUÇULMANAS). 
Enquanto os selvagens vão chacinando os europeus, contra quem é que este últimos se voltam?... Exactamente: contra os judeus! O anti-semitismo está ao nível pré- Segunda Grande Guerra e um novo Holocausto pode acontecer a qualquer momento.
O ataque desta besta selvagem demonstra eloquentemente o verdadeiro problema do mundo árabe e islâmico:

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Acrobacias a encerrar o 70º aniversário do moderno Israel


Assinalando o Dia da Independência, a Força Aérea de Israel divulgou este vídeo, com o ponto de vista dos pilotos, no Festival Aéreo de hoje.
A equipa de acrobacias da Força Aérea de Israel percorre os céus do pequeno país por sobre as praias, as cidades costeiras, sobre o mar da Galileia e sobre Jerusalém.

Os quatro aviões vermelhos e brancos executam manobras coordenadas e precisas, incluindo voos invertidos e de baixa altitude e formações com escassos metros a separar  os aviões uns dos outros.
Fonte: Times of Israel
Israel deu 2/3 do seu território aos Árabes. Para além de que mais nenhum país na História fez tal coisa, perdendo terra e riquezas naturais, Israel também perdeu espaço para que os seus pilotos treinem. Voar dentro das fronteiras de Israel é voar dentro de uma caixa. Israel cabe 4 vezes dentro do nosso pequenino Portugal. Por outro lado, a perícia que se desenvolve é notável. Resolvemos terminar assim este dia festivo para Israel e para todos os que amam esta terra:

Israel 70 anos - menos Hamas e mais húmus!


70 nações estão unidas a Israel nos seus 70 anos!

70 nações celebram o 70º aniversário de Israel enviando o seu amor ao Estado judeu e compartilhando com o mundo porque estão unidos a Israel!

O Yom Ha'atzmaut (Dia da Independência) começou na noite de quarta-feira, com a cerimónia oficial iniciando a celebração no Monte Herzl, em Jerusalém.

Para as pessoas em todo o mundo, o Estado de Israel é um lugar especial e o seu bem-estar é de extrema importância.

Nações de todo o mundo estão orgulhosas das conquistas de Israel nos últimos 70 anos e apoiam aqueles que continuam a construir e defender Israel.

Veja como 70 nações demonstram o seu amor pelo Estado judeu no seu 70º aniversário!



Uma Celebração da Sobrevivência e Força Judaica: Nunca mais os judeus ficarão indefesos! 
Nunca mais os judeus ficarão indefesos contra aqueles que tentarem aniquilá-los!
Por: Rabino Ari Enkin, Director Rabínico, Unidos com Israel



Para algumas pessoas, não é exactamente claro o que celebramos no Yom Ha'atzmaut, o Dia da Independência de Israel. É claro que estamos a celebrar o estabelecimento do Estado judeu moderno após 2.000 anos de exílio, mas há muito, muito mais.
Por exemplo, estamos a celebrar a sobrevivência dos judeus. Depois do Holocausto, as coisas estavam más, para dizer o mínimo. O Holocausto foi mais um evento na História em que judeus indefesos foram massacrados nos países onde viviam apenas por serem judeus. De facto, durante 2000 anos, as nações do mundo trataram os judeus com perseguições, pogroms, cruzadas, inquisições e muito mais. Então decidimos despedir- nos de tal hospitalidade e voltar para casa!
Depois do Holocausto, os sobreviventes famintos dos campos de concentração estiveram entre os que conseguiram combater muitos exércitos poderosos e estabelecer o Estado de Israel. Em outras palavras, o Estado representa uma recuperação de uma experiência de “quase morte”. Foi tão claramente um acto de Deus que até mesmo os ateus não podem explicá-lo. Nunca mais os judeus ficarão indefesos contra aqueles que tentarem aniquilá-los.


NDT: Que diferença fazem 70 anos...


Estamos a  celebrar uma mitsvá (mandamento da Torá) que por 2000 anos não pôde ser cumprida, a saber, a colonização da Terra de Israel! O Estado judeu representa a oportunidade de cumprir a mitzvá de viver em Israel. Até ao estabelecimento do Estado, os judeus foram afastados das fronteiras da Terra de Israel. Além disso, aproximadamente 200 dos 613 mandamentos da Torá podem ser realizados apenas na Terra de Israel. Assim, o Estado representa uma oportunidade de realizar muito mais mitzvot.
Uma mezuzá é um pedaço de pergaminho contendo versículos específicos da Torá, escritos por um escriba reconhecido, enrolados e colocados num estojo frequentemente decorativo antes de serem colocados nas ombreiras das casas e empresas judaicas. Em Israel, há uma mezuzá em todos os edifícios públicos. Feriados judaicos são feriados nacionais. O McDonald's é kosher. Cada bairro deve ter uma sinagoga, de acordo com a lei nacional.
Em Israel, há mais de 300 dias de sol. Jovens  judeus de 21 anos operam aviões de 20 milhões de dólares. Os homens podem usar uma kipá (chapéu judaico) na rua sem medo. O melhor húmus do mundo está disponível. A Bíblia é real. A presença de Deus é mais forte. Há belas praias, museus maravilhosos, empresas vinícolas de primeira classe. E muito mais!
Então, pessoalmente, eu estou a comemorar mais de 70 anos de Estado. Eu estou essencialmente a celebrar a redenção do povo judeu conforme predito pelos profetas de Israel! (E o húmus…)


NDT: O que se quer é menos Hamas e mais húmus!

(Hiperligações no original)

15 coros ao redor do mundo cantam em homenagem ao Estado de Israel

Em comemoração aos 70 anos do Estado de Israel, 15 coros de todo o mundo cantaram uma versão em movimento de uma antiga oração judaica pela paz.

Como um “presente a Israel” em homenagem ao Yom Ha'atzmaut - Dia da Independência - 15 coros de diferentes países cantaram uma bela versão de “Oseh Shalom” - uma conhecida oração judaica antiga que expressa o desejo do povo judeu pela paz.

“Oseh Shalom” significa “Aquele que faz a paz” e faz parte da frase que conclui grande parte das cerimónias da liturgia judaica. A frase completa é: "Aquele que faz a paz em suas alturas, possa fazer a paz sobre nós e sobre todo o Israel; e diga: Amém".

Veja como 15 coros de todo o mundo cantam apaixonadamente esta linda e sincera oração!



Via United With Israel


Que o Eterno abençoe todos os amigos de Israel e que os planos dos seus inimigos sejam sempre gorados, como foram hoje os do Irão.

As surpreendentes conquistas de Israel em apenas 70 anos


Os avanços alcançados pelo Estado de Israel em apenas 70 anos irão surpreendê-lo!

O moderno Estado de Israel foi fundado há 70 anos no meio de um deserto, com poucos recursos naturais e num cenário
implacável de guerra e terror. E ainda assim, contra todas as probabilidades, em apenas 70 anos, Israel conseguiu construir uma nação que não é apenas forte e democrática, mas é também uma das nações mais inovadoras e criativas do mundo hoje.

Que melhor maneira existe para celebrar o 70º aniversário do Estado judeu do que uma retrospectiva das realizações surpreendentes de Israel?

 


Nota: Hoje, quando passam 70 anos da Restauração da Independência de Israel, o Irão tinha agendado um ataque contra o Estado judeu. Um terramoto aparentemente gorou a operação.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Os Khazares e os Judeus



Por: Thomas Ice
Uma das tácticas utilizadas por aqueles que se opõem aos cristãos sionistas é dizer que a maioria dos judeus da actualidade não descende genuinamente de Abraão, Isaac e Jacob. Essa teoria errónea baseia-se nas conclusões equivocadas de que os actuais judeus se originam-se na História de uma nação medieval da qual algumas pessoas se converteram ao Judaísmo. 
Os khazares foram uma nação constituída de linhagem basicamente turca, que viveu na região localizada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, durante os séculos VII a X d.C.[1] Aqueles que defendem a Teologia da Substituição, bem como muitos neo-fascistas, são atraídos por essa teoria, que lhes permite argumentar que os judeus não são, de facto, judeus.

A proposta da Teoria Khazar  
James B. Jordan, defensor da Teologia da Substituição, fala sobre “a heresia do sionismo cristão”.[2] Ele declara que “os judeus da actualidade, na sua maioria, não são judeus de forma nenhuma: são khazares”.[3] 
Jordan diz mais: 
A raça khazar [ou khazariana] parece ser o pano-de-fundo original dos judeus asquenazitas do Leste Europeu. Naturalmente, afirmações desse tipo podem ser questionadas. O verdadeiro problema na discussão é a ideia de que ser judeu é um fenómeno sanguíneo ou racial. Isso não é correcto. Biblicamente falando, um judeu é alguém que foi inserido pactualmente na população de judeus por meio da circuncisão [...] Todas essas pessoas eram judias, porém apenas uma pequena parcela realmente possuía a herança sanguínea de Abraão [...] Isso é a prova conclusiva de que a aliança, não a raça, sempre foi o marco distintivo de um judeu.[4]
John L. Bray, outro defensor da Teologia da Substituição, assevera que “a pura realidade é que muitos dos judeus do mundo não apenas são judeus mestiços, mas nem mesmo são judeus sob qualquer condição”.[5] 
Ele declara: 
Além das descobertas sobre as origens judaicas do povo khazar, é preciso que consideremos, também, o fato de que, em virtude de casamentos entre etnias diferentes, cruzamentos raciais, etc., na atualidade há muito pouco que se possa chamar de “raça judaica”.[6]
Este caso específico de revisionismo histórico é usado para induzir à conclusão de que os judeus que vivem em Israel não são, de facto, descendentes de Abraão, Isaac e Jacob, e que, portanto, não têm nenhum direito legítimo de ocupar aquela terra nos dias actuais. 


Não é de admirar que tal teoria seja muito atraente para os árabes, muçulmanos, negadores do Holocausto, skinheads neo-nazis, nazis e tantos outros que defendem a Teologia da Substituição no âmbito cristão-evangélico. 
Trata-se de uma forma conveniente de descartar o presente Estado de Israel. Tal crença ensina que os judeus são basicamente uma etnia actualmente extinta. Por essa razão, na opinião dos defensores dessa teoria, fica anulada a concessão futura da terra de Israel aos descendentes de Abraão, Isaac e Jacob como uma promessa que será cumprida por Deus.   
Essa concepção pode produzir sérias implicações na compreensão que o crente em Cristo tem da Palavra de Deus. Jordan levanta esta pergunta: “Será que os cristãos que crêem na Bíblia supõem poder apoiar um Estado Judeu baseados em razões teológicas? Essa é a alegação de Jerry Falwell e da heresia do Sionismo Cristão”.[7] 
Passemos, agora, ao exame da veracidade de tais alegações:

A análise da Teoria Khazar  
Nenhuma pessoa esclarecida nesse assunto questionaria a existência de um país, durante a Idade Média, cujo nome era Khazaria, o qual se converteu ao Judaísmo no século VIII. 
Contudo, a teoria de que os judeus asquenazitas (que correspondem a cerca de 85% da população judaica em todo o mundo) descendem originariamente dos khazares, por mais atraente que possa parecer a alguns, permanece como uma hipótese não provada (desprovida de qualquer evidência científica). 


Arthur Koestler, o autor da teoria.

Em 1976, Arthur Koestler (um romancista judeu comunista) propôs essa teoria no seu livro intitulado The Thirteenth Tribe (que traduzido seria: A Décima-Terceira Tribo),[8] teoria essa que nunca foi levada a sério por nenhum linguista, nem pela maior parte dos outros cientistas. 
Essa é a razão pela qual a propagação mais agressiva desse ponto de vista tem sido geralmente verificada dentro da esfera dos propagandistas que têm um eixo ideológico a que se apegar, e não pela comunidade científica. 
À semelhança da obra intitulada Os Protocolos dos Sábios de Sião, um documento forjado que defende uma suposta conspiração judaica mundial, os proponentes da Teoria Khazar têm um imenso desejo de que ela seja verídica, embora não o seja.
Muitos estudiosos desse assunto crêem que somente a liderança do povo khazar se converteu ao Judaísmo, e alguns desses eruditos pensam que a razão de tal conversão se deveu ao facto de que muitos dos líderes já eram judeus que emigraram para lá em anos anteriores. Quando se espalhou a notícia de que a nação da Khazaria se tinha convertido ao Judaísmo, e pelo que se sabe, muitos judeus que viviam no Império Bizantino e no mundo muçulmano emigraram para a Khazaria, visto que frequentemente eram perseguidos nesses impérios e países de onde procediam. 
Dessa forma, tal imigração aumentou o número de judeus naquela nação, que ficou conhecida por ter uma grande população judaica. Como a Khazaria, naquele tempo, era praticamente a única nação do mundo a proporcionar liberdade religiosa, ela contava com um enorme contingente de cristãos, de muçulmanos e de pagãos que nunca se converteram ao Judaísmo. Isso poderia favorecer a crença de que milhares de gentios foram incluídos e misturados na linhagem sanguínea judaica. Todavia, não foi o que aconteceu. Os judeus da Khazaria demonstram ter mantido uma linhagem sanguínea judaica tão forte quanto a de outros judeus da sua época. 
Quando a nação entrou em declínio e foi conquistada, os judeus fugiram para outros países e a maioria não-judaica da população da Khazaria foi morta nas batalhas ou converteu-se ao Islamismo e ao Cristianismo. Ainda que os judeus, seguramente, tenham contraído matrimónios inter-raciais com os gentios na Khazaria, tal facto não invalida a sua identidade judaica, da mesma maneira que os casamentos inter-raciais praticados no Antigo Testamento não invalidaram a sua identidade judaica. O próprio Jesus tinha vários gentios na Sua linhagem genealógica. No entanto, Ele certamente era judeu. 
Na época do Novo Testamento essas pessoas ainda eram reconhecidas como judeus – os descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. É a Bíblia que divide a Humanidade em judeus e gentios, denotando a linhagem de nascimento de uma pessoa. Alguém pode até renegar os aspectos religiosos do Judaísmo, mas não pode fugir da realidade genealógica de que eles nasceram dentro da raça judaica. 
Durante o Holocausto, os nazis fizeram pouquíssima distinção entre judeus profundamente religiosos e judeus seculares; quando tiveram a oportunidade, eles procuraram aniquilar indiscriminadamente todos os judeus. O mesmo ocorre hoje em dia.  
Os muçulmanos matam judeus, sejam estes religiosos ou seculares. Não faz diferença para eles. É preciso dar grandes saltos de desconsideração da lógica, o que muitos anti-semitas estão dispostos a fazer, para chegar à conclusão de que a teoria de Koestler merece crédito. Isso fica evidente quando se considera o facto de que, antes da teoria de Koestler ser publicada em 1976, ninguém deduzira que os judeus não eram de facto descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. 
Por mais que essa informação sobre os khazares fosse conhecida o tempo todo, especialmente pelos historiadores, ninguém, antes de Koestler, estabeleceu essa ligação de pontos. O facto de que alguém como John Bray faz longas citações extraídas de fontes judaicas para documentar a presença real dos judeus na Khazaria durante a Idade Média em nada comprova a tese de que a maioria deles era de origem gentílica. Crer nisso requer um salto muito grande sobre as verdadeiras evidências para chegar a uma teimosa conclusão. 
A teoria de Koestler é infundada e pode ser tratada como nada mais do que uma mera hipótese fortuita com pouca ou nenhuma base. O parecer de historiadores e especialistas em genealogia a respeito do povo khazar tem sido, atualmente, confirmado com o desenvolvimento da utilização do DNA como um método confiável de análise da herança genealógica de uma pessoa. 
Kevin Alan Brook,[9] um dos principais pesquisadores sobre os khazares, diz o seguinte: 
Não precisamos mais dar ouvidos a especulações. Já é FACTO comprovado que os judeus alemães se misturaram com outros judeus, quando foram para o Leste. Também já ficou claro que os antigos israelitas possuíam os mesmos padrões de DNA-Y encontrados em comum entre os judeus sefaraditas, judeus asquenazitas, judeus curdos e judeus indianos, a despeito do facto de que, basicamente, esses padrões, em parte, possam ter-se originado, anteriormente, de algum lugar no Curdistão, na Arménia, ou no Iraque. Os padrões de DNA-Y, característicos do Médio Oriente, ocorrendo nos haplogrupos J e E, não podem ser explicados pela teoria dos khazares. Contudo, algumas evidências do DNA-mt e DNA-Y Levita podem ser explicadas por tal teoria.[10] A conclusão final de Brooks sobre as origens do povo khazar é a seguinte: Em suma, os judeus do Leste Europeu descendem de uma mistura de judeus alemães e austríacos, judeus checos e judeus eslavos orientais. É possível que os judeus eslavos orientais tenham as suas raízes tanto no Império Khazar, tanto quanto no Bizantino, daí a necessidade de um estudo mais aprofundado da vida judaica nessas terras. Porém, a maior e mais influente parcela de judeus do Leste Europeu provém da Europa Central. Por essa análise podemos demonstrar que o elemento étnico dominante entre os judeus do Leste Europeu é judeu – originário do antigo povo da Judeia no Médio Oriente. [11]




Mapa da Khazaria em 850 d.C. .

Conclusão  
A Teoria Khazar tem sido completamente refutada, tanto pela pesquisa académica na história dos khazares quanto, mais recentemente, pela evidência genética, com a comprovação de que, em termos genéticos, de que os judeus procedentes de todas as partes do mundo são estreitamente aparentados com os judeus do Médio Oriente e não com gentios russos ou europeus orientais, nem com outras etnias daquela região. 
Joel Bainerman faz a seguinte observação: 
O Dr. Michael Hammer, baseado exclusivamente no cromossomo-Y (paterno), demonstrou que os judeus asquenazitas têm um relação de parentesco mais íntima com os judeus iemenitas, judeus iraquianos, judeus sefaraditas, judeus curdos e árabes, do que com populações cristãs europeias.[12] 
A pesquisa legítima nesta questão revela que apenas um insignificante percentual de judeus tem alguma herança genética através da linhagem dos khazares. Conforme foi mostrado, parece que a Teoria Khazar é apenas isso, uma teoria, por sinal não muito bem elaborada. 
A conclusão segura é a de que a maioria dos judeus que actualmente vivem em Israel e na Diáspora constitui-se de legítimos descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. Maranata! 
(Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives)

 Notas:youtube

  1. Encyclopaedia Judaica, vol. 10, referência ao termo “Khazars”, p. 944-54.
  2. Jordan, James B., “Christian Zionism and Messianic Judaism”, publicado na obra The Sociology of the Church: Essays in Reconstruction, Tyler, TX: Geneva Ministries, 1966, p. 176.
  3. Jordan, “Christian Zionism”, p. 176-77.
  4. Jordan, “Christian Zionism”, p. 177.
  5. Bray, John L., Israel in Bible Prophecy, Lakeland, FL: John L. Bray Ministry, 1983, p. 44.
  6. Bray, Israel, p. 44.
  7. Jordan, “Christian Zionism”, p. 178.
  8. Koestler, Arthur, The Thirteenth Tribe, Nova York: Random House, 1976.
  9. Brook, Kevin Alan, The Jews of Khazaria, Lanham, MD: Rowman & Littlefield Publishers, 2002.
  10. Brook, Kevin Alan, “Jews and the Khazars”, publicado no Fórum de Genealogia Judaica do site www.genealogy.com, em 4 de agosto de 2004.
  11. Brook, Kevin Alan, “From the East, West, and South: Documenting the Foundation of Jewish Communities in Eastern Europe”, publicado no Roots-Key, o boletim informativo da Jewish Genealogical Society of Los Angeles, vol. 24, nº 1, primavera de 2004, p. 6.
  12. Bainerman, Joel, “So What If a Small Portion of World Jewry Are Descendents of Khazars!”, publicado no site www.rense.com/general33/sowhat.htm, em 3 de janeiro de 2003.
Via Beth-Shalom


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O Youtube e a Internet em geral estão cheios de teorias da conspiração anti-semitas.  O anti-semitismo acompanha os tempos. Visto que é impossível desalojar Israel pela força, a nova "onda" é que os judeus não são judeus. 
Aliás: toda a gente clama que é judeu - os Ingleses, os Sul-Americanos, os Índios, os Africanos Negros, todos, todos, todos são judeus... menos os judeus!
Isto é profundamente triste e potencialmente gerador de um novo Holocausto, e demonstra o estado de loucura que o nosso mundo atravessa.
Os judeus são uma família, uma tribo, uma religião, uma nação.  Os judeus são descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. Permanecem ININTERRUPTAMENTE, desde há 3800 anos, na Terra de Israel, que Deus lhes deu.
Mesmo os judeus da Diáspora, mantiveram, durante milénios, a sua cultura e a sua religião. 
Durante séculos, os judeus foram censurados por "não se integrarem" - leia-se por manterem a sua cultura e a sua religião, por se tem mantido judeus. Hoje, e segundo esta teoria, são censurados por "não serem judeus". 
Sempre acusados de uma coisa e do seu oposto: de serem capitalistas e comunistas, de viverem à parte e de se tentarem "inflitrar na sociedade normal", de não se converterem a outras religiões e de se converterem a outras religiões.
Como diz o texto, é a Bíblia que faz a distinção entre judeus e não-judeus.  
Nunca ninguém se lembrou de acusar os ciganos de serem racistas - nasce-se cigano ou não se nasce; não se pode ser cigano por opção, conversão ou casamento. 
Nunca ninguém se lembrou de acusar os hindus de serem racistas - nasce-se hindu ou não se nasce; não se pode ser hindu por opção, conversão ou casamento. Os hindus acham simplesmente engraçados os ocidentais que se "convertem". 


Israel é inspiração para as nações indígenas ocupadas por colonos:




Nunca ninguém se lembrou de acusar os japoneses de serem racistas - nasce-se japonês ou não se nasce; não se pode ser japonês por opção, conversão ou casamento. O Japão é uma Estado e uma Nação, tal como Israel, e é também uma religião nacional - o Xintoísmo - que, como o Hinduísmo e outras, não admite conversões.
O Judaísmo nunca foi racista. Por duas razões: porque não desconsidera as pessoas não-judias (pelo contrário; o judeu observante tem obrigação de respeitar os outros judeus, mas aos não-judeus ele é obrigado a amar). E porque sempre aceitou quem se quis juntar à tribo.
Pessoas menos informadas acham que os judeus são racistas por serem uma tribo - apesar de ser das poucas tribos (possivelmente a única) que aceita gente de fora. É, por isso, profundamente e tristemente irónico que a mais recente teoria anti-semita se baseie em questões raciais - em quem é que é judeu "de raça" e quem não é!


De repente, a questão da "raça", do DNA - uma questão tabu num mundo dominado pelo politicamente correcto, onde cada um decide o que é, passa a ser importante - passa a ser importante para decidir que os judeus não são suficientemente judeus, porque há mil e tal anos supostamente alguns indivíduos se converteram ao Judaísmo!!! 
A acusação tradicional (e FALSA!) de que os judeus não aceitam convertidos,  transforma-se no oposto: "Eles já não contam como judeus, porque aceitam convertidos!".
É a Fábula do Lobo e do Cordeiro revisitada. O Lobo acusou o Cordeiro de lhe sujar a água. O Cordeiro provou que não estava a fazê-lo, mas o Lobo argumentou: "Se não foste tu, foi o teu pai!". E comeu-o.


Há 70 anos, o Lobo comeu 8 milhões de Cordeiros na Alemanha Nazi - para não falarmos nos milhões comidos pelos comunistas. O Lobo está outra vez como fome.
E se as pessoas que acusam os judeus de não terem o direito de viver nessa ridícula migalha de terra que é hoje Israel, questionassem antes quem tem direito a viver na América do Norte e do Sul, na Austrália e na Nova Zelândia, no Norte de África, no Médio e Extremo-Oriente?

Por exemplo: o muitos australianos que são contra a existência de Israel vivem num país-continente roubado aos nativos. Deve ser um problema de consciência.




Norte de África? Populações nativas exterminadas pelos Árabes, que as substituíram. Escaparam apenas os coptas, os verdadeiros egípcios, hoje cristãos. 
Médio Oriente? Idem, à excepção de Israel, que os Árabes nunca conseguiram apagar do mapa, porque Deus não permite (Irritante? Não ralhe com os judeus, ralhe com Deus).
Austrália? Os nativos estão em reservas, uma espécie de parques para espécies em vias de extinção. Só em 1974 deixaram de ser considerados "fauna da Austrália".  
Nova Zelândia, Rússia, Japão, China (o Tibete, invadido pela China, e os Tibetanos alvo de etnocídio e genocídio, não preocupam quase ...)... As Américas, onde foram extintos os habitantes que lá estavam antes dos Europeus, ou sobrevivem em "reservas"... 

O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel


No mapa do mundo de hoje, vemos incontáveis Estados erguidos  sobre as cinzas de sociedades arrasadas, de genocídios totais.
Israel é um dos mais antigos Estados - Nação do Mundo. Israel, que nunca invadiu nem atacou ninguém, é mandado extinguir-se e entregar-se ao genocídio, às mãos dos colonos árabes que invadiram a Terra Santa em 1920. Israel é obrigado pelo mundo a "dialogar" com terroristas sanguinários como Arafat, enquanto o resto do Mundo os mata os Bin Ladens, em tudo iguais.
Anti-semitismo é doença metal. E moral. E espiritual. É a marca distintiva de Amalaek e Edom.