sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

França - Bebé judeu atacado com ácido

Raramente falamos dos ataques anti-semitas que vão crescendo na proporção directa da invasão do Mundo Livre pelos colonos maometanos.  Na França, que caminha a passos largos para ser uma República Islâmica, os franceses judeus estão à beira da extinção.
Os judeus são menos de 1% da população de França, mas 40% dos crimes de ódio têm-nos como alvo. Os muçulmanos em França eram 7.5% em 2016. 
Naturalmente que ninguém se interessa pela sorte dos judeus, mas não devemos esquecer que o que começa com os judeus nunca acaba com os judeus. Por isso, se não pusermos travão a isto, a seguir a eles iremos nós, os seres humanos propriamente ditos:  

França: muçulmanos dentro, judeus fora

As 4 Etapas da Conquista Islâmica

Marcelo Rebelo de Sousa descreve Alcorão como "fascinante" e "inspirador"
 

Ácido colocado no carrinho queima bebé de rabino francês
"A Polícia está a investigar um possível motivo anti-semita"
"Possível"? 
Com quem estão eles a brincar? Não há dúvida sobre quem fez isto: o líder da comunidade judaica em França foi inequívoco: ele disse que "TODA" a violência contra os judeus em França hoje, é cometida por muçulmanos.
 Ódio islâmico aos judeus: está no Alcorão. Esta é a nova França multicultural.
Pamela Geller 



"Ácido colocado no carrinho queima o bebé de rabino francês" 
JTA, 21 de Fevereiro de 2018


(JTA) - A filha bebé de um rabino francês foi queimada depois de ser exposta a ácido colocado no seu carrinho.

A menina de 14 meses sofreu queimaduras nas costas e coxas na segunda-feira na cidade de Bron, perto de Lyon, informou quarta-feira o jornal Le Parisien. A bebé não está em perigo, de acordo com o relatório.

O ácido tinha sido colocado dentro do carrinho de bebé que a avó da menina tinha estacionado num espaço comunal dentro do seu prédio de apartamentos durante a noite de domingo para segunda-feira. A avó correu com a bebé para o hospital por ter notado uma forte irritação na pele da menina, depois de a ter levado a passear no carrinho.

A Polícia está a examinar um possível motivo anti-semítico, talvez por um vizinho, disse uma fonte policial a Le Parisien ....

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Alguns vídeos; de cima para baixo: Maometano com bandeira "palestina" ataca restaurante judaico na Holanda; maometanos e comunistas em comício anti-semita na Suécia;  maometanos e comunistas em comício anti-semita na Suécia apelam ao extermínio dos judeus e dão vivas a Margot Wallstrom (a ministra feminista que se ri da onda de estupros de mulheres e crianças por maometanos); fogo-posto em restaurantes judeus em Manchester; terrorista neo-nazi nos Estados Unidos alveja judeus porque eles "querem dominar o Mundo"; jornalista de kipá (o "chapelinho" dos judeus) em Paris é insultado, cuspido e ameaçado de morte; alemão avisa judeus alemães de que os alemães já mataram 6 milhões de judeus e vão matar mais, porque os judeus são judeus; judeus perseguidos por maometanos na Suécia; maometano destrói objectos rituais judaicos e ameaça e persegue judeus na Bélgica; "alguém" tenta atropelar pai e filho menor judeus em Antuérpia. Esta lista poderia continuar e continuar...

Leis de armas à israelita podem impedir tiroteios em massa nos EUA?

Continua a nauseante campanha anti-Trump usando o massacre cometido num liceu na Florida. Só a FOX News dá voz aos que denunciam a campanha e são a favor do direito ao uso responsável de armas. Pais de alunos foram contactados pela CNN e outras estações de esquerda para servirem de cartaz a mais esta investida propagandística. Os media vão perdendo o resto de credibilidade que mantinham. Não têm intenção de ajudar a evitar futuros massacres, apenas de fazer política e desarmar os cidadãos.


Devem os cidadãos ter armas?




Após o mais recente tiroteio nos EUA em Parkland, Flórida, alguns querem que os EUA considerem o "modelo israelita" para o controle de armas.

Por: Steve Leibowitz, World Israel News

O recente massacre cometido por um homem de 19 anos numa escola secundária em Parkland na Florida ecoou bastante em Israel. A Marjory Stoneman Douglas High School tem uma grande população judaica e cinco das 17 mortes foram de judeus. O polémico chefe de polícia de Parkland, Scott Israel, é o primeiro xerife judeu que foi eleito para servir na Florida. Além disso, na sequência do massacre, vozes foram ouvidas nos EUA, sugerindo que os Estados Unidos adoptem as políticas israelitas de segurança contra armas.

O ex-candidato presidencial Mike Huckabee estava em Israel no momento do ataque de Parkland. Ele twittou: "Estou a acordar em Israel com as notícias do lamentável tiroteio na Florida ... Recordo que Israel eliminou muito desse problema, colocando estrategicamente pessoas altamente treinadas para detectarem a verdadeira ameaça - não a arma, mas a pessoa com intenção de matar. #PrayForParkland".




Huckabee é um visitante regular e uma personalidade muito popular em Israel, mas vários comentaristas locais  discordaram da sua análise, dizendo que não é uma segurança apertada que protege Israel de tiroteios em massa, mas leis que controlam cuidadosamente quem pode possuir e ser portador de uma arma. O ex-conselheiro de Israel, Alon Pinkas, respondeu a Huckabee com um tweet dizendo: "Não, governador, Israel nunca teve esse problema. Nós não adoramos armas, não vendemos espingardas de assalto às pessoas, não temos uma criação genial como a NRA, nós não consideramos cada grupo de pessoas uma 'milícia bem regulamentada' e há muito que terminou a nossa luta contra os Britânicos".

Muitas vezes, ouvimos comentários de visitantes dos EUA que ficam surpresos ao verem soldados das Forças de Defesa de Israel transportando espingardas automáticos M16 nas ruas de Israel. Essas armas estão nas mãos das forças de segurança encarregadas de proteger a nação. A Polícia leva consigo armas, e também os guardas de segurança. Para aqueles que não estão "em serviço", a lei israelita limita a posse de armas de fogo e requer uma verificação rigorosa e uma renovação regular da licença. Houve ocasiões em que civis que transportavam pistolas foram úteis na prevenção de ataques terroristas, mas a grande maioria desses ataques são frustrados pelas forças de segurança.

Menos armas significam menos problemas?

Existem armas ilegais nas mãos de cidadãos judeus que roubaram armas ao Exército, o submundo tem armas ilegais, e também as têm muitos árabes israelitas. No entanto, proporcionalmente, as armas de fogo nas mãos de civis israelitas são um número impressionante de 13 vezes menos que nos Estados Unidos. De acordo com o US Congressional Research Service, existem mais armas de propriedade privada do que pessoas nos EUA. Em 2013, havia 317 milhões de pessoas e 357 milhões de armas. Os Estados Unidos lideram o mundo com 112 armas por 100 habitantes. Com todos os seus problemas de segurança, Israel é 79º na lista mundial com apenas 7 armas por cada 100 residentes. Não existe um "direito" fundamental para ter armas mais do que há um "direito" para conduzir um carro.

Houve 1.500 tiroteios em massa (4 ou mais mortos) nos EUA desde Sandy Hook em 2012, quando um homem armado matou 20 crianças e seis adultos em Newtown, Connecticut. Durante esse período, 1.715 pessoas foram mortas e 6.089 feridos por armas de fogo.



As coisas não são susceptíveis de melhorar nos EUA em breve. A poderosa Associação Nacional de Armas (NRA) resiste a quase todos os esforços para fortalecer as leis relativas à propriedade de armas. A NRA baseia a sua oposição às limitações de armas na Segunda Emenda à Constituição dos EUA. Essa alteração, escrita em 1789, diz: "Uma milícia bem regulamentada, necessária para a segurança de um Estado livre, e o direito de as pessoas usarem armas, não devem ser violados". Os Tribunais apoiaram amplamente o "direito" ao porte de armas.

Os donos de armas americanos de hoje não são milicianos, e as suas armas nunca foram usadas, nem mesmo consideradas para uso, na defesa dos Estados Unidos. Esse dever pertence às Forças Armadas dos EUA, à Guarda Nacional e à Polícia. No entanto, apesar da recente atrocidade em Parkland, nem os Tribunais nem o Congresso devem tomar qualquer acção significativa em breve para mudar a  realidade da propriedade irrestrita de armas "legais".

Um desses proprietários de armas legais, o perpetrador do massacre de Parkland, Nikolas Jacob Cruz, de 19 anos, um simpatizante neo-nazi, foi acusado de 17 crimes de assassinatos premeditado. Cruz estava armada com uma espingarda semi-automática estilo AR-15 e vários carregadores. Apesar de uma história de doença mental, ele comprou a espingarda legalmente numa loja de armas perto de Coral Springs.

Muitos nos EUA gostam de usar Israel como um exemplo de uma nação que é um modelo para proteger os seus cidadãos, construindo uma cerca de segurança. O Estado judeu também é eficiente a proteger os espectadores de concertos ao ar livre, os frequentadores de cinemas e centros comerciais, criando camadas de segurança armada, para garantir um local seguro com saídas adequadas em caso de emergência. Israel pode ser referido com precisão como um exemplo de uma nação sob ameaça real de segurança, com uma abordagem razoável para as armas nas mãos dos seus cidadãos.

Se existe um modelo de controlo de armas israelita para os EUA imitarem, é este: em Israel, o departamento de segurança pública considera a propriedade de armas como um privilégio e não como um direito. Com poucas excepções, os proprietários de armas em Israel estão limitados a possuir uma pistola. Potenciais proprietários de armas passam por extensos testes mentais e físicos antes de poderem receber uma arma. Aqueles que não serviram no Exército devem esperar até aos 27 anos para se inscreverem para uma licença de armas de fogo, e os proprietários de armas estão limitados a 50 cartuchos de munições por ano.

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

União Europeia usa jornalistas na Islamização da Europa


Se quer estar informado sobre a realidade, se quer fugir à lavagem cerebral mediática, aconselhamos vivamente o Instituto Gatestone, que tem versão em Português.
Este artigo foi traduzido por nós: 


Instituto Gatestone 
A União Europeia doutrina os jornalistas no politicamente correcto
Não devemos, dizem-nos eles, "associar termos como  'muçulmanos' ou 'Islão'... com actos particulares", porque fazer isso é "estigmatizar". O que é que isto significa? Que quando um homem grita "Allahu Akbar" depois de ter alvejado, esmagado com um camião ou ter feito ir pelos ares dezenas de inocentes, numa rua ou num espectáculo, nós devemos ignorar esse pequeno detalhe?
Mas é disso que trata este documento: aconselhar os repórteres sobre a forma de deturpar a realidade de acordo com a União Europeia.
É interessante notar que as pessoas que fulminam as queixas do presidente Trump sobre "notícias falsas" ficam em silêncio quando a União Europeia se permite dizer aos meios de comunicação exactamente que tipo de linguagem devem e não devem usar quando dão notícias sobre a questão mais importante do nosso tempo.  


"Respect Words: Ethical Journalism Against Hate Speech" ("Respeito pelas Palavras: Jornalismo Ético Contra o Discurso de Ódio") é um projecto promovido por organizações de jornalistas em oito países europeus - Áustria, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Eslovénia e Espanha. 

Com o apoio do Programa de Direitos e Cidadania da União Europeia, busca, de acordo com o seu site, ajudar os jornalistas, nesta era de crescente "islamofobia", a "repensar" a maneira como abordam "questões relacionadas aos processos migratórios, étnicos e minorias religiosas". Parece benigno: "repensar". Mas não se engane: quando esses activistas financiados pela União Europeia exigem que os jornalistas "repensem", o que eles realmente estão a fazer é endossar a auto-censura.

Em Setembro, o "Respect Words" emitiu um documento de 39 páginas intitulado Reporting on Migration & Minorities: Approach and Guidelines. (Falar sobre Migrações e Minorias: Abordagem e Directrizes). Os meios de comunicação, manda o documento, "não devem dar tempo ou espaço a visões extremistas simplesmente para 'mostrar o outro lado'". Mas que pontos de vista contam como "extremistas"? O relatório não o diz, ou seja, não o diz explicitamente. 

"Relatórios sensacionalistas ou excessivamente simplistas sobre a migração", lemos, "podem reforçar os preconceitos sociais existentes" e, assim, "colocar em risco a segurança dos migrantes". Mais uma vez, o que conta como "sensacionalista" ou "excessivamente simplista"? Também não é explicado. 

Nem, dizem-nos, devemos "associar termos como 'muçulmanos' ou 'Islão'... com actos particulares", porque fazer isso é "estigmatizar".

O que significa isso exactamente? Que quando um homem grita "Allahu Akbar" depois de ter disparado, esmagado com um camião ou ter feito ir pelos ares dezenas de inocentes, numa rua ou num espectáculo, nós devemos ignorar esse pequeno detalhe?

Ou que talvez devemos evitar completamente a cobertura de tais acções? Afinal, o documento exorta-nos a não escrever muito sobre "incidentes sensacionalistas envolvendo migrantes", pois "indivíduos violentos há-os em qualquer grupo grande de pessoas". Se, no entanto, nos sentimos obrigados a cobrir esses incidentes, nunca devemos deixar de lembrar que as "causas raiz" dos mesmos, que "geralmente não têm nada a ver com a etnia ou filiação religiosa de uma pessoa"

O que são, então, essas causas raiz? O relatório informa-nos que incluem "colonialismo, racismo, e desigualdade social geral". Não se esqueça, também, de que "não há conexão estrutural entre migração e terrorismo".




Quando os activistas financiados pela União Europeia por trás do documento "Reporting on Migration & Minorities" mandam "repensar", o que eles realmente estão a  fazer é endossar a auto-censura.


Pelo menos os autores do relatório não têm a audácia de sustentar que não há conexão entre o Islão e o terrorismo. Mas exortam-nos a lembrar que o Islão é "diversificado". A noção de que o Islão é intrinsecamente violento é - o que mais poderia ser? -- um "estereótipo"."

Assim como retratar o Islão como "fundamentado numa realidade diferente e sem valor comum com outras culturas" ou retratar os imigrantes muçulmanos como sendo "fundamentalmente diferentes dos cidadãos do país anfitrião". E é simplesmente errado, é escusado dizer, encorajar "a percepção generalizada" de que existe um "choque cultural" entre o Islão e o Ocidente, com a religião no coração do "problema". Pelo contrário: o Islão é, diz-nos o relatório, "um sistema de crenças que pode existir juntamente com outros".)

E não se atreva a sugerir que a cultura islâmica seja de alguma forma "inferior à cultura ocidental". Ou que os homens muçulmanos são "altamente patriarcais". (Repita comigo: "Muitas sociedades ao redor do mundo continuam a ser altamente patriarcais, independentemente da religião").

E não preste muita atenção aos "estilos de roupa" das mulheres muçulmanas. Porquê? Porque isso tende a "homogeneizá-las". (Desvie da sua mente o pensamento de que é a própria roupa que as homogeneiza.)

Nos últimos dois anos, muitos países da Europa sofreram um verdadeiro tsunami na migração islâmica. Mas os jornalistas responsáveis, de acordo com "Respect Words" não o puderam dizer: "Ao descrever a migração, não use termos como 'maré', 'onda', 'inundação' (ou, adicionaram os autores,  "hordas" ou "influxo"), porque essa linguagem pode "evocar a ideia de uma 'invasão em massa', 'desumaniza os migrantes", e, é claro, "constrói entre o público uma falsa noção de estar 'sob cerco' por parte de um 'inimigo' que deve ser repelido." 

Claro que grande parte da Europa está "sob cerco", esse facto está a tornar-se mais claro de dia para dia, e usar termos mais leves ao discutir este tópico é criar uma realidade falsa. Mas é disso que trata este documento: aconselhar os repórteres sobre a forma de deturpar a realidade de acordo com a União Europeia.

"Informe o seu público", o relatório exorta os jornalistas, "sobre os motivos pelos quais as pessoas se sentem obrigadas a abandonar as suas terras e investigue que conexões podem existir com as políticas e práticas dos Estados europeus". Possivelmente, no entanto, uma enorme percentagem dos muçulmanos que inundam certos Estados europeus fá-lo por causa das "políticas e práticas" desses Estados - a saber, a prontidão para acolher grandes famílias de imigrantes, dar-lhes habitação gratuita, etc., e permitir que eles permaneçam no desemprego para o resto das suas vidas.

Muitos desses países são mais generosos para os recém-chegados muçulmanos do que para os próprios cidadãos que atravessem tempos difíceis; os imigrantes frequentemente passam à frente na fila, enquanto os cidadãos idosos de alguns desses países - pessoas que trabalharam duro e descontaram para o sistema de assistência social desde jovens - foram retirados das suas casas para acomodar as famílias muçulmanas recém-chegadas .

Mas essas, obviamente, não são as "políticas e práticas" às quais o documento "Respect Words" se refere. Muito pelo contrário. A implicação transparente aqui é que os refugiados muçulmanos e os requerentes de asilo estão a fugir das condições pelas quais eles e outros nos seus países de origem não assumem qualquer responsabilidade. A responsabilidade, em última análise, é dos erros dos ocidentais, seja na última geração ou nos séculos anteriores.

Não importa que os muçulmanos tenham assumido o domínio da Pérsia, do Império Bizantino, de todo o norte da África e do Médio Oriente, da Grécia, de Chipre do Norte, de grande parte da Europa Oriental e do sul da Espanha. Em última análise, tudo o que está errado com o mundo muçulmano é aparentemente culpa do Ocidente, e por isso os europeus devem a todos os muçulmanos os ingressos para uma nova vida - e talvez até um novo país - entregue pacificamente, para que eles possam implantar a lei da sharia.

Não, o relatório não vai ao ponto de o afirmar claramente. Mas o relatório adverte que até mesmo abordar a questão de "se as alegações dos requerentes de asilo são genuínas" ou "se os migrantes têm o direito de estar no país" é completamente inapropriado: coloca o foco em "lei e ordem" em vez de no "direito fundamental de asilo". Sim, você leu bem: "o direito fundamental de asilo". Não importa que, de acordo com o Direito Internacional, nem todos tenham direito a asilo - e que uma grande proporção dos auto denominados  requerentes de asilo na Europa hoje não tem motivos legítimos para tal reivindicação, mas estão apenas, como muitos de nós, buscando melhores oportunidades económicas.

Mas esses factos são hostis aos autores do documento "Respect Words". Na sua opinião, nenhum ser humano pode ser "ilegal"; portanto, a palavra "ilegal", como eles admoestam, deve ser usada ​​para descrever acções, e não pessoas.



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COMENTÁRIO

Esta narrativa está a impor-se na Europa sob a forma de lavagem cerebral, para as cabeças mais fracas, que tomam tudo o que a TV e os jornais dizem como a Verdade absoluta. Mas é também uma narrativa oficial, que custa caro (perseguições, prisão, despedimento) a quem se atreve a contestá-la. 
Quem se atreve a manifestar-se contra a invasão islâmica da Europa é imediatamente apelidado (pelo sistema e pelos zombies do politicamente correcto) de "racista", "fascista", "nazi", etc..
Os políticos europeus decidiram levar a cabo a substituição populacional dos nativos e criar uma Europa islâmica: 


União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa

O voto islâmico já decide as eleições na Europa, e isso agrada aos políticos do sistema, a quem apenas interessam os votos e o poder. Por outro lado, o nazi, extrema-esquerdista e globalista Soros (que tem boa parte do Parlamento Europeu na mão) paga bem, tal como os senhores do petróleo, e quando isto se afundar tudo em guerra civil e caos, os políticos já estarão a milhas, confortavelmente instalados.
Na nossa secção ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA mostramos o que os media escondem, mas é apenas uma pequena parte da tragédia.
Por vezes chamam-nos a atenção para o facto de haver indivíduos judeus que apoiam a invasão islâmica da Europa, camuflada de "crise dos refugiados". Com efeito, os indivíduos judeus não são imunes aos delírios multi-culturais de esquerda, nem à cupidez, quando ocupam cargos políticos. 
Os judeus não são uma massa homogénea; são pessoas com as opiniões mais diversas, e não obedecem a nenhuma ideologia comum - nem mesmo os judeus religiosos (o Judaísmo ortodoxo tende a ser politicamente conservador e o Judaísmo reformista alinha-se mais com posições de esquerda). 
Nunca defendemos que os judeus sejam superiores ou inferiores às outras pessoas, pelo que lhes reconhecemos o mesmo direito das outras pessoas à parvoíce e ao erro. É pena que haja judeus delirantes ou desonestos, como é pena que haja não judeus delirantes ou desonestos. 
O Estado de Israel tem o mesmo problema, aliás. Ainda recentemente uma deputada israelita chamou "nazis" aos colegas que pretendem deportar falsos refugiado e outros oportunistas.
Poderíamos também lembrar a quantidade de judeus que estão na linha da frente do combate à nova ordem mundial globalista-comunista-islamista (Ben Shapiro, Pamela Geller, Denis Prager, Daniel Pipes, Daniel  Greenfield, David Horowitz, Amy Horowitz, Andrew Klavan, etc., etc..). Mas temos uma certa embirração com a actividade de contar judeus, que nos faz lembrar uma moda de bigode popular em Berlim nos anos 40, e que parece estar de regresso...






Israel tem uma população hostil de milhões de colonos muçulmanos, tem um problema premente de terrorismo jihadista (ver INTIFACADA) e não se tem cansado de auxiliar a Europa na sua luta contra o jihadismo, e de alertar para a infiltração de terroristas:

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Devem os cidadãos ter armas?

A censura acontece não apenas nos enclaves liberais na orla marítima dos Estados Unidos, mas também na França. O Eagles of Death Metal - conjunto americano que estava se apresentando na casa de espetáculos Bataclan em Paris quando terroristas do ISIS invadiram o teatro e assassinaram 89 pessoas em 13 de novembro de 2015 - foi banido de dois festivais de músicaRock en Seine e Cabaret Vert. O motivo? Jesse Hughes, vocalista da banda, concedeu uma entrevista politica extremamente incorreta:
"Será que o controle de armas francês evitou que um único infeliz morresse? Eu acho que a única coisa que interrompeu o massacre foi a intervenção de alguns dos homens mais valentes que eu já vi na minha vida se atirando de cabeça no palco da morte com suas armas de fogo. Ao meu ver a única coisa que mudou na minha maneira de pensar é que talvez, até que ninguém mais tenha armas, todo mundo deveria tê-las. Porque eu nunca vi que alguém que tivesse uma fosse morto e eu gostaria que todos tivessem acesso a elas, eu vi pessoas morrendo que talvez pudessem estar vivas, não sei".





No post anterior, e em outros, falámos do massacre recentemente ocorrido numa escola secundária na Florida, Estados Unidos. Como desta vez não foi um acto de jihad, as forças políticas de esquerda estão a tentar culpar os conservadores e Donald Trump em particular. Visto que a confusão ideológica do atirador não permite muito mais, o foco está agora no aproveitamento da tragédia para desarmar a população.
Os media dão voz à onda de contestação do direito de posse de armas, pintando os contestatários como virtuosos, e os partidários das armas como campónios desdentados que só pensam em matar pessoas.
O apelo da propaganda mediática é à emoção e à facilidade. Os dados concretos e o debate sério ficam na gaveta.
Ludwig von Mises foi um teórico economista conservador, que por acaso era judeu, vale a pena lembrar, pois muita gente acha que os teóricos judeus são todos de esquerda, como Marx. O site do Instituto Mises (entre muito outro material que merece estudo aprofundado) tem disponíveis diversos artigos sobre a questão das armas:




"Quase todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos Estados Unidos desde 1950 ocorreram em estados que possuem rígidas leis de controle de armas.
Com uma única exceção, todos os assassinatos em massa cometidos nos EUA desde 1950 ocorreram em locais em que os cidadãos são proibidos de portarem armas.  Já a Europa, não obstante sua rígida política de controle de armas, apresentou três dos seis piores episódios de chacinas em escolas."
Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura


Políticos de esquerda e estrelas de cinema e da música pregam o desarmamento do cidadão comum, enquanto eles e as famílias vivem permanentemente guardados por armas. Hipocrisia.


 Uma teoria geral (e libertária) sobre controle de armas 
 Porte de armas nos EUA cresce 178% em sete anos; criminalidade despenca 
 Em defesa do armamento da população - fatos e dados sobre as consequências do desarmamento 
Três comentários sobre o desarmamento no Brasil 
A arma de fogo é a civilização 

O terrorista Timothy MvVeigh matou 168 pessoas (19 das quais crianças como menos de 6 anos)  e feriu 680 sem usar qualquer arma, de fogo ou outra. Vemos todos os dias casos de esfaqueamentos e atropelamentos cometidos por jihadistas.

Aquilo que se vê e aquilo que não se vê na questão do desarmamento 
O estado é cúmplice dos 50 mil homicídios que ocorrem anualmente no Brasil 
Desarmamento e genocídios 
Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura 


O profundo pensamento da esquerda: o Senador  do Colorado Jesse Ulibarri considera que "contra um bandido armado com uma arma de fogo é melhor usar-se uma caneta e não uma arma de fogo, por causa do fogo cruzado".

Sobre a legalização da faca  
Armas, drogas, distintivos e cartéis 
 O desarmamento e as lições sobre a violência europeia 
Como o porte irrestrito de armas garantiu a liberdade dos suíços 
 O direito de portar armas é um direito humano essencial 
 O anárquico Velho Oeste não era nada selvagem 
 Armas e liberdade 
 Palmas para os suíços 
 Uma maneira eficaz de controlar o uso de armas 

Carolyn McCarthy, do Partido Democrata, tem a solução: "Se deixar de haver lojas de armas, estas deixam de poder ser compradas". Foi assim que se acabou o tráfico de cocaína, não foi? Não, não foi.

Atirador da Flórida diz que odeia os judeus porque querem destruir o mundo

Na sequência de:

Heróis da Stoneman Douglas High School

O que não lhe dirão sobre o Massacre de Parkland, Florida


Escrevemos na altura que os alunos Jamie Guttenberg, Alyssa Alhadeff, Alex Schachter, Meadow Pollack e professor Scott Beigel, eram judeus, e que o atirador tinha ligações à extrema-esquerda.



O atirador da Florida tinha opiniões racistas, anti-semitas e xenófobas extremas e expressava-as abertamente nas redes sociais. 
Por: World Israel News 
Nikolas Cruz, que matou 17 alunos do ensino médio na Florida na quarta-feira, defendia pontos de vista racistas, anti-semitas e homofóbicas, que expressava nas redes sociais. Também mostrava uma obsessão por violência e armas. 
A CNN informou no sábado que as observações odiosas de Cruz foram postadas num grupo Instagram privado, chamado "Murica (emoji da bandeira americana) (águia emoji) Grande". Ele escreveu que odiava, "judeus, 'pretos' e imigrantes".
Cruz falou sobre matar mexicanos, manter os negros presos com cadeias e cortar-lhes o pescoço.
As suas observações constam de várias das centenas de mensagens racistas, memes racistas e vídeos racistas postados no grupo, informou a CNN.
Cruz disse que odiava pessoas negras simplesmente por serem negras e odiava judeus porque acreditava que queriam destruir o mundo.
Depois de um membro ter expressado ódio por pessoas gay, Cruz disse: "Dá-lhes um tiro na nuca".
Comentando o rancor de Cruz, um membro do grupo disse que também odiava os negros, mas não ao ponto de os querer matar.
Numa tirada anti-semita, Cruz referenciou a sua mãe biológica, dizendo: "A minha mãe real era judaica. Estou feliz por nunca a ter conhecido", informou a CNN. Cruz foi adoptada por um casal quando era bebé.
Cruz também expressou ódio por mulheres brancas, especificamente aquelas em relacionamentos inter-raciais, a quem chamou "traidoras".
Numa dada conversa, escreveu: "Eu acho que vou matar pessoas". Depois de um membro lhe ter chamado a atenção, pedindo-lhe para não dizer coisas assim, ele respondeu que estava "apenas a brincar"
Em dois casos, Cruz também discutiu a matança de pequenos animais. Ele postou uma foto na sua conta Instagram de um sapo desmembrado, dizendo que o matou porque alguém matou o seu cão. Na conversa do Instagram, ele conta como matou uma série de aves com a sua arma.
"Ele parecia fixe, mas também tinha alguns problemas mentais", disse um membro do grupo à CNN. "Tudo o que eu sei é que ele gosta de armas e odeia os liberais".
Das 17 vítimas mortais de Cruz, 5 eram judeus, identificados como Jamie Guttenberg, Alyssa Alhadeff, Alex Schachter, Meadow Pollack e o professor Scott Beigel, que foi louvado por se colocar na linha de fogo para salvar os seus alunos.

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COMENTÁRIO 
À medida que mais detalhes emergem, aparece-nos o retrato de um jovem adulto com distúrbios psicológicos e tendências violentas, vulnerável a uma teia de ideologias extremistas e contraditórias.
Após o massacre, o Partido Democrata apressou-se a capitalizar politicamente,  culpando Trump pela alegada fácil acessibilidade das armas na Florida. Trump defendeu-se, dizendo que enquanto os Democratas tiveram maioria no Congresso, nada fizeram sobre o tão falado controlo de armas. Aí os democratas acusaram Trump de fazer política com a tragédia. E o lamentável circo prossegue, com diversas manifestações anti-Trump agendadas para Março.
A ideia feita de que nos Estados Unidos se vai ao super-mercado e se compram bananas e metralhadoras com a mesma facilidade, continua a servir para difamar internacionalmente o país. Internamente, a esquerda sonha com o desarmamento da população, a pretexto da segurança. Historicamente, o desarmamento da população tem precedido as mais sinistras tiranias. Lembramos também que aos bandidos a proibição legal de uso e porte de arma em nada afecta.
Aqui na Europa, temos uma população desarmada à mercê de qualquer ditadura que queira instalar-se, o que está mais próximo do quer imaginamos. Ver por exemplo:
Alemanha - Armamento de guerra escondido em mesquita


Observamos também que neste caso, como em tantos outros, a Internet alimentou as tendências do jovem assassino em série. A solução? Proibir a Internet? Isso seria como tratar a dor de cabeça decapitando o paciente.   
A pretexto da liberdade de expressão, as redes sociais têm vindo a permitir a divulgação irrestrita de ideologias cuja primeira medida é sempre suprimir a liberdade de expressão. 
A propaganda nazi raramente sofre limitações na Internet. E o Islamismo, na sua vertente jihadista, não apenas não sofre limitações, como quem ó denuncia é penalizado pelas redes sociais (Facebook, Twitter, Youtube, etc.). Ver por exemplo:  
Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos


E muitas vezes vai parar à cadeia. Ver por exemplo: 

França - Governo já aplica a Sharia




As redes sociais regurgitam de propaganda jihadista, nazi e anti-semita:

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Activista pró-"refugiados" descobre que era a "p*** alemã estúpida"


Activista alemã de extrema-esquerda pró-refugiados #WOKE: "Aqueles que comiam comigo, bebiam, dançavam, riam - eles [refugiados] falavam sobre mim como 'a puta alemã estúpida'".  
Recebo e-mails de ex-esquerdistas como esta. Infelizmente, as habilidades cognitivas atrofiadas dos esquerdistas tornam a transição para a razão e a lógica lenta e dolorosa. Mas muitos estão a chegar lá. A conselheira da ONU, Rebecca Sommer, uma artista e activista alemã pelos direitos dos povos indígenas, publicou uma entrevista no site polaco EuroIslam.
Pamela Geller 

Vlad Tepes traduz: 
Rebecca era apoiante dos ‘refugiados’ muçulmanos na Alemanha e descreve como a sua experiência a fez "mudar gradualmente de ideias sobre questões fulcrais". 
As experiências de Sommer abriram-lhe tanto os olhos que ela deixou de ter medo de dizer as verdades sobre a migração massiva islâmica, verdades que são inaceitáveis ​​para as elites europeias que insistem em acelerar os seus países em direcção ao suicídio cultural. 
Algumas das suas revelações: 
- Tentei constantemente justificar esses padrões repetidos de comportamento e pensamento, a maneira de eles perceberem o mundo - que é baseada na sua religião, o Islão, e na sua cultura. Eu acreditava que essas visões medievais mudariam ao longo do tempo. Coloquei grande confiança nos nossos valores europeus libertários e equitativos, e pensava ingenuamente que toda a gente se deleitaria com eles e os adoptaria. 
- Tive que admitir perante mim mesma que, quando se trata de refugiados muçulmanos, eles cresceram com valores completamente diferentes, eles foram sujeitos a lavagem cerebral e doutrinação pelo islamismo e não têm intenção de adoptar nossos valores - pior, eles olham-nos, incrédulos, com superioridade e arrogância. 
- Descobri que aquelas pessoas que lidavam comigo, que comiam, bebiam, dançavam e riam, que não oravam, não frequentavam a mesquita, não observavam o Ramadão, zombavam da religião e das pessoas profundamente religiosas, eles, enquanto comiam a minha comida, sentados no meu jardim, não falavam de mim a não ser como "uma puta alemã estúpida". 
- A nossa liberdade é muito preciosa e muito frágil, se pensarmos em quantas pessoas chegam aqui de repente, com o seu "lenço na cabeça" [a sua mentalidade islâmica] e por chegarem em grande número, fazem com que tudo mude para nós. Estamos a ver isso agora. Tornei-me muito cautelosa e extremamente desconfiada. Agora acho que aqueles que realmente precisam de asilo devem procurar o asilo ou buscar uma vida melhor nos países muçulmanos, em vez de tentarem impor-nos os seus valores medievais e acabarem por nos submeter a todos. 
- Num casamento muçulmano, temos muita violência e estupro. Uma mulher não tem valor humano, ela é percebida como um objecto sexual e não como parceira. Ela é uma trabalhadora e uma máquina de parto. Esse é o seu trabalho como uma boa mulher muçulmana. Assim como a maioria dos muçulmanos não nos respeita, eles não respeitam as suas próprias mulheres. 
- Graças à existência da taqqiya, os muçulmanos estão livres de qualquer responsabilidade para com os infiéis - este é o meu aviso para as mulheres que lidam com eles! Mas também especialmente para os nossos políticos que entram em acordos com sindicatos islâmicos - nenhum juramento, mesmo em nome de Alá, tem qualquer valor, por causa de taqqiya, porque Alá dispensou os seus fiéis de cumprirem os juramentos feitos aos infiéis.


Nota do Tradutor: a taqqiya é a mentira em nome do Islão:


Saber estas quatro palavras árabes pode salvar a nossa Civilização

- Os abusos sexuais contra os voluntários acontecem permanentemente, mas nenhum de nós relatou um caso desse tipo à Polícia porque nenhum de nós queria ser visto como oponente de refugiados e causar problemas ao centro. 
- Depois, houve uma surpresa muito desagradável quando um imigrante tido como não hostil me arrastou pelos cabelos para a casa de banho no momento em que eu queria sair. Ele não consegue entender que eu sou livre de sair, porque porque afinal, porque é que a "prostituta" viria sozinha ao seu quarto? 
- Os Tribunais aqui são bastante esquerdistas. Muitos juízes são pró-imigrantes e há casos em que imigrantes e alemães de origem migrante recebem um "bónus cultural e religioso" e são favorecidos. Entre eles também há juízes femininas e considero-os particularmente más - mulheres que são contra mulheres. 
- Tenho medo de que nas próximas eleições, dentro de quatro anos, possamos ver um fenómeno novo - os muçulmanos vão estabelecer o seu partido e, porque eles já têm um grande eleitorado, eles serão imparáveis. Com a ajuda da ala esquerda e de quase todas as partes, eles começarão a mudar as regras e seremos nós que teremos que nos adaptar. 
Leia tudo aqui.
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COMENTÁRIO

Sugerimos a consulta das nossas secções MULHERES, JIHAD SEXUAL e ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA.
A elite europeia está a islamizar a Europa, como temos repetidamente mostrado, e não é teoria da conspiração, é política oficial, ver EURISLAM, o plano oficial de islamização da Europa. 
As forças políticas europeias, não apenas as de esquerda,  não se importam de sacrificar a população nativa se isso lhes permitir cativar o voto islâmico. Outros são simplesmente pagos para promover essa agenda:
Nas suas bolhas de paz, amor e caridade, muitos padres, pastores, rabinos e outros líderes religiosos, sentem-se na obrigação de acolher os supostos refugiados. O padre Hammel era um deles, e foi sacrificado ao deus Alá durante a Eucaristia, na sua própria igreja.
Muitos oportunistas vêem na "crise dos refugiados" uma excelente oportunidade de encherem os bolsos - a "caridade" hoje em dia é um negócio de milhões.
As pessoas bem intencionadas acreditam na propaganda de Estado e  acham que somos "alarmistas", "racistas", "instigadores de ódio", "xenófobos", "nazis", etc., porque vamos contra o que a Televisão diz. E se a Televisão diz, só pode ser verdade!
Não são "casos isolados". São pessoas cuja cultura interpreta os valores europeus e ocidentais de liberdade, democracia e direitos humanos como fraqueza e decadência. 
Uma pequena amostra do que vai pela Europa:

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Heróis da Stoneman Douglas High School



O recente massacre numa escola em Miami, Florida, está a ter o destaque que estas coisas sempre têm quando acontecem nos Estados Unidos. Por várias razões, e uma delas é o aproveitamento político que certas forças podem daqui retirar. Os Estados Unidos, por serem um país decisivo para a segurança do Mundo Livre, estão desde há décadas sujeitos a um escrutínio e uma campanha difamatória desmedidos. A mesquinhez humana é assim. Os terroristas fazem explodir um camião na Nigéria e matam 200 pessoas, mas a coisa passa em rodapé na TV e faz bocejar...
No post que dedicámos a este massacre destacámos pela negativa a ânsia do Partido Democrata em aproveitar politicamente a situação para atacar Trump:
Por outro lado, no meio da tragédia, houve acções que revelam o oposto da mesquinhez - o altruísmo levado às últimas consequências.
Vários adultos, entre os quais um dos contínuos da escola, conseguiram salvar muitas vidas:


- Soubemos desta notícia pelo World Israel News.
O professor Scott Beigel, por exemplo, morreu a proteger os seus alunos. Reuniu os estudantes aterrorizados numa sala de aula da Stoneman Douglas High School e morreu a bloquear a porta contra o atirador Nikolas Cruz, que abriu fogo, matando-o no local.

Scott Beigel.

Pode ler-se no artigo do site judaico Forward:
"Infelizmente, eu tive que vê-lo deitado sem vida na entrada", disse a aluna Kelsey Friend a uma estação de TV local. 
Friend disse que Beigel morreu para a salvar, a ela e aos outros estudantes:
Escreve o The Independent na peça "Tiroteio na Florida: homenagens ao professor de 'herói' que morreu tentando proteger estudantes":
"O Sr. Beigel era o meu herói e será para sempre o meu herói. Nunca esquecerei as acções que ele tomava comigo e para os meus colegas na sala de aula", disse a estudante Kelsey Friend disse à CNN quando se desfazia em lágrimas.
"Se a família estiver a ver", disse a Sra. Friend, "saibam que o vosso filho ou irmão era uma pessoa incrível e hoje estou viva por causa dele".



O professor Scott Beigel era judeu. os alunos Jamie Guttenberg, Alyssa Alhadeff, Alex Schachter e Meadow Pollack também. Não estão confirmadas até agora motivações anti-semitas no ataque.

Nigeriano enriquece culturalmente jovem italiana (em 18 partes)

ITÁLIA: selvagem nigeriano (muçulmano?) acusado de matar e desmembrar uma menina italiana de 18 anos e colocar as partes do corpo em malas
As autoridades italianas prenderam e acusaram um invasor nigeriano (muçulmano?) do assassinato e desmembramento de uma italiana de 18 anos, Pamela Mastropietro (abaixo).


Punchng - Oseghale alegadamente assassinou e desmembrou Pamela Mastropietro, escondeu o corpo em duas malas antes de despejá-las num campo em Pollenza, perto de Macerata. 
Segundo os relatos, Oseghale, 29, parecia "confuso e não muito claro" durante o interrogatório em que negou as acusações, na quinta-feira. Mas foi suficientemente claro para negar as acusações e tentou acusar outras duas pessoas que a Polícia ilibou. "Eu não a matei", teria informado a Polícia repetidamente. 
Oseghale é considerado um requerente de asilo com uma autorização de residência, que expirou no ano passado. Ele é casado e tem uma filha. No entanto, permanece sozinho num apartamento, não alugado em seu nome. A Polícia, depois de procurar no seu apartamento, encontrou 70 gramas de haxixe, mas não heroína. 
A Polícia forense de Carabinieri encontrou roupas manchadas de sangue pertencentes à vítima e outros vestígios de sangue na casa do suspeito. Também encontrou um recibo de uma farmácia próxima onde a vítima tinha comprado uma seringa, segundo um relatório. 
Oseghale (abaixo) tem um registo de delitos de drogas, disse a Polícia. Ele foi preso graças às imagens de CCTV da área onde as malas foram despejadas, e por um estrangeiro que disse que o viu a levar as malas até lá.


- Via Bare Naked Islam, um site fundamental.

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COMENTÁRIO
Como a Itália está a beneficiar do enriquecimento cultural, hein!!!  
Itália: "Migrante" tenta estuprar mulher prestes a dar à luz
Para a mentalidade vigente, dar notícias destas é "provocar o ódio", até porque se trata de um "caso isolado" e "não são apenas os migrantes que cometem crimes". Para as vítimas não há um pingo de compaixão.
Mas não é assim. Este é apenas mais um caso da onda de estupros e assassinatos de mulheres e crianças na Europa, cometidos pelos supostos "migrantes", pessoas vindas de uma cultura medieval supremacista e bárbara: o Islão. 
Os maometanos apenas valorizam a força bruta. Interpretam o nosso acolhimento como medo e fraqueza, e fazem o que a sua religião ordena: dispõem das vidas e das propriedades dos infiéis.


O Islão ordena aos seus seguidores que escravizem sexualmente as mulheres e crianças "infiéis":

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

E escravo, no Islão, é tão descartável como  um objecto. Sobretudo se for mulher.